A gente fala muito frequentemente do desafio de melhorar a qualidade da educação no nosso país, mas e se a educação for exatamente aquilo que nos separa? E se a educação - e me refiro aqui ao modelo educacional do Ocidente (Ilustrado? iluminista? científico?) for, como a igreja/religião, também um modo de conquista? Por que resistimos a entender que a cultura do outro seja tão interessante (ou desinteressante) quanto a nossa própria? Enfim, é sobre isso que eu acho que trata este livro e é por isso que fiquei com vontade de le-lo.